quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

A invenção do povo judeu! por Schlomo Sand

Terça-feira, Novembro 25, 2008

Quando e como é que o povo judeu foi inventado

O historiador Shlomo Sand afirma que a existência das diásporas do Mediterrâneo e da Europa Central é o resultado de antigas conversões ao judaísmo. Para ele, o exílio do povo judeu é um mito, nascido de uma reconstrução a posteriori sem fundamento histórico.

Shlomo Sand nasceu em 1946 em Linz (Áustria) e viveu os dois primeiros anos da sua vida em campos de refugiados judeus na Alemanha. Em 1948 os seus pais emigram para Israel, onde cresceu. Cursou História, tendo começado na Universidade de Telavive e terminado na Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais de Paris. Desde 1985 lecciona História Contemporânea na Universidade de Telavive. Publicou em francês «L'Illusion du politique. Georges Sorel et le débat intellectuel 1900 » (La Découverte, 1984), «Georges Sorel en son temps», com J. Julliard (Seuil, 1985), «Le XXe siècle à l'écran» (Seuil, 2004) e «Les mots et la terre. Les intellectuels en Israël» (Fayard, 2006).


Jornal Israelita Haaretz - 21/03/2008

Demolindo uma "Mitologia nacional"


Artigo de Ofri Ilani

Tradução por Atrida

Entre a profusão de heróis nacionais que o povo de Israel produziu ao longo de gerações, a sorte não sorriu a Dahia Al-Kahina que chefiou os Berberes de Aures, na África do Norte. Embora tendo sido uma judia indomável, poucos israelitas ouviram alguma vez o nome desta rainha guerreira que, no século VII da era cristã, unificou várias tribos berberes e chegou mesmo a repelir o exército muçulmano que invadiu o norte de África. A razão poderá estar no facto de Dahia Al-Kahina ter nascido numa tribo berbere convertida (ao judaísmo), ao que parece várias gerações antes do seu nascimento, por volta do século VI.

Segundo o historiador Shlomo Sand, autor do livro «Quando e como é que o povo judeu foi inventado» [Quand et comment le peuple juif a-t-il été inventé?] (aux éditions Resling - em hebraico), a tribo da rainha Dahia Al-Kahina assim como outras tribos do Norte de África convertidas ao judaísmo são a principal origem a partir da qual se desenvolveu o judaísmo sefardita. Esta afirmação, referente às origens dos judeus do Norte de África a partir de tribos locais que foram convertidas – e não a partir de exilados de Jerusalém – é apenas uma componente de uma ampla tese desenvolvida na nova obra de Sand, professor do departamento de História da Universidade de Telavive.

Neste livro, Sand tenta demonstrar que os judeus que vivem hoje em Israel e noutros locais do mundo, não são de forma nenhuma os descendentes do antigo povo que vivia no reino de Judeia na época do primeiro e segundo templo. Eles devem a sua origem, segundo ele, a povos diversos que se converteram ao longo da história em diversos locais da bacia do Mediterrâneo e regiões vizinhas. Não apenas os judeus da África do Norte descenderiam na sua maior parte de pagãos convertidos, mas também os judeus iemenitas (vestígios do reino Himiarita, no sul na península arábica, que se convertera ao judaísmo no século IV), e os judeus Asquenazes da Europa de Leste (refugiados do reino Khazar convertido ao judaísmo no século VIII).

Ao contrário de outros «novos historiadores» que procuraram abalar as convenções da historiografia sionista, Shlomo Sand não se contenta em regressar a 1948 ou aos princípios do sionismo, mas remonta a milhares de anos atrás. Shlomo tenta provar que o povo judeu nunca existiu como um «povo-raça» partilhando uma origem comum, mas que é uma multitude variada de grupos humanos que, em momentos diferentes da história, adoptaram a religião judaica. Segundo Shlomo, para alguns pensadores sionistas, esta concepção mítica dos judeus como um povo antigo conduz a um pensamento verdadeiramente racista: «Existiram na Europa períodos onde, se alguém tivesse declarado que todos os judeus pertenciam a um povo de origem não judia, essa pessoa seria julgada imediatamente como anti-semita. Hoje, se alguém ousa sugerir que aqueles que são considerados judeus no mundo (…) nunca constituíram e não constituem nem um povo nem uma nação, seria imediatamente denunciado como uma pessoa que odeia Israel.»

De acordo com Shlomo Sand, a descrição dos judeus como um povo de exilados, errante e mantendo-se à parte, que «vagueando sobre mares e terras, chegaram ao fim do mundo e que, finalmente, com a chegada do sionismo, fazem meia-volta para retornar em massa à sua terra órfã», esta descrição é necessária a uma «mitologia nacional». Tanto como outros movimentos nacionais na Europa, que revisitaram uma sumptuosa idade de ouro para em seguida, graças a ela, fabricar o seu passado heróico – por exemplo, a Grécia clássica ou as tribos teutónicas – a fim de provar que eles existiam há muito, «tal como, os primeiros brotos do nacionalismo judeu se viraram para essa luz intensa cuja fonte era o reino mitológico de David.»

Mas então, quando é que o povo judeu foi realmente inventado, segundo a tese de Sand? «Na Alemanha do século dezanove, num determinado momento, os intelectuais de origem judaica, influenciados pelo carácter 'volkiste' do nacionalismo alemão, atribuíram-se a missão de fabricar um povo "retrospectivamente", com o desejo de criar uma nação judaica moderna. A partir do historiador Heinrich Graetz, os intelectuais judeus começam a delinear a história do judaísmo como a história de um povo que tinha um carácter nacional, que se tornou um povo errante e que finalmente fez meia-volta para regressar à sua pátria.»



Entrevista a Shlomo Sand conduzida por Ofri Ilani:

Ofri: De facto, o essencial do seu livro não trata da invenção do povo judeu pelo nacionalismo moderno mas da questão de saber de onde vêm os judeus.

Shlomo: O meu projecto inicial consistia na análise de uma categoria específica de materiais historiográficos modernos e examinar como foi inventada a ficção do povo judeu. Mas assim que comecei a confrontar as fontes históricas deparei-me com contradições. E foi isso que me impeliu: embrenhei-me no trabalho sem saber a que conclusões chegaria. Analisei documentos originais de modo a examinar a atitude de autores antigos - aquilo que haviam escrito a propósito da conversão.

Shlomo Sand, historiador do século XX, tinha até agora estudado a história intelectual da França moderna (no seu livro “L'intellectuel, la vérité et le pouvoir“ [O intelectual, a verdade e o poder], Am Oved ed. , 2000 - em hebraico), e a relação entre o cinema e a história política («Le cinéma comme Histoire» ["O cinema como História] Am Oved, 2002 – em hebraico). De forma pouco comum para historiadores de profissão, ele debruça-se, no seu novo livro, sobre os períodos que ele nunca tinha estudado - geralmente apoiando-se em pesquisadores anteriores que têm avançado com posições não ortodoxas sobre as origens dos judeus.


Ofri: Especialistas da história do povo judeu afirmam que você se ocupa de temas que não compreende e que se baseia em autores que não consegue ler no texto original.

Shlomo: É um facto que sou um historiador da França e da Europa, e não da Antiguidade. Sabia que assim que me ocupasse de períodos antigos como esses, ficaria exposto a críticas assassinas vindas de historiadores especializados nesses campos de estudo. Mas disse a mim próprio que não me poderia apoiar apenas em material historiográfico moderno sem examinar os factos que esse material descreve. Se não o tivesse feito eu próprio, teria sido necessário esperar o tempo de uma geração. Se tivesse continuado a trabalhar sobre França, talvez tivesse obtido uma cátedra na universidade e uma glória provincial. Mas tinha decidido renunciar à glória.

«Após o povo ter sido exilado à força da sua própria terra, permaneceu-lhe fiel em todos os países da sua dispersão e não cessou de orar e esperar o seu regresso à terra para aí restaurar a sua liberdade política»: eis o que afirma o preâmbulo da Declaração de Independência [de Israel]. É também a citação que abre o terceiro capítulo do livro de Shlomo Sand "A Invenção da Diáspora". De acordo com Sand, o exílio do povo judeu da sua própria terra nunca teve lugar.


«O paradigma supremo do exílio era necessário para que se construísse uma memória de longo prazo na qual um povo-raça imaginário e exilado é colocado na continuação directa do "Povo do Livro" que o antecedeu», Sand explica. Sob a influência de outros historiadores que se debruçaram nos últimos tempos sobre esta questão, ele afirma que o exílio do povo judeu é, na origem, um mito cristão, que descreve o exílio como uma punição divina castigando os judeus pelo pecado de terem rejeitado o evangelho cristão.

Comecei a procurar livros sobre o exílio – um acontecimento fundador na História Judaica - quase como o genocídio; mas, para meu grande espanto, descobri que não existia literatura sobre o tema. O motivo é que ninguém exilou um povo desta terra. Os Romanos não deportaram povos e não o poderiam ter feito mesmo que o pretendessem. Não tinham nem comboios nem camiões para poder deportar populações inteiras. Uma logística dessas não existiu antes do século XX. Foi, de facto, a partir daí que surgiu o meu livro: da compreensão que a sociedade judaica não tinha sido dispersa nem exilada.


Ofri: Se o povo não foi exilado, está na realidade a afirmar que os verdadeiros descendentes dos habitantes do reino da Judeia são os Palestinianos.

Shlomo: Nenhuma população se mantém pura ao longo de um período de milhares de anos. Mas a possibilidade de que os Palestinianos sejam os descendentes do antigo povo da Judeia são bastante maiores que a possibilidade que você ou eu [ambos judeus] o sejamos. Os primeiros sionistas, até à insurreição árabe [1936-1939], sabiam que não existira nenhum exílio e que os Palestinianos eram os descendentes dos habitantes da região. Eles sabiam que os camponeses não partem de um local a não ser que sejam expulsos. Até Yitzhak Ben Zvi, o segundo presidente do Estado de Israel, escreveu em 1929 que "a grande maioria dos fellahs (camponeses árabes) não são originários dos invasores árabes mas, muito antes disso, dos fellahs judeus que constituíam a maioria da região".


Ofri: E como é que milhões de judeus apareceram à volta do Mediterrâneo?

Shlomo: O povo não se disseminou, foi a religião judaica que se propagou. O judaísmo era uma religião prosélita (que convertia outras pessoas à sua religião). Contrariamente ao que se pensa, no judaísmo antigo exista uma vontade muito forte de converter. Os Hasmoneanos foram os primeiros a começar a criar grande número de judeus por meio de conversões massivas, sob a influência do helenismo. São estas conversões, desde a revolta dos Hasmoneanos até à de Bar Kochba, que prepararam o terreno para a posterior difusão massiva do Cristianismo. Após o triunfo do Cristianismo, no século IV, o movimento de conversão ao judaísmo foi travado no mundo cristão e houve uma diminuição brutal do número de judeus. Pode-se supor que muitos judeus convertidos na zona mediterrânica se tenham tornado cristãos. Então, o judaísmo começa a difundir-se noutras regiões pagãs - por exemplo, no Iémen e no norte de África. Se isto não tivesse sucedido - se o judaísmo não se tivesse continuado a converter no mundo pagão – teria ficado uma religião completamente marginal, se é que não teria mesmo desaparecido.


Ofri: Como é que chegou à conclusão que os judeus do Norte de África são descendentes de Berberes convertidos?

Shlomo: Interroguei-me por que razão comunidades judaicas tão importantes podiam ter surgido em Espanha. Reparei então que Tariq Ibn-Ziyad, comandante supremo dos muçulmanos que invadiram a Espanha, era berbere e que a maioria dos seus soldados eram também berberes. O reino berbere judeu de Dahia Al-Kahina fora vencido apenas 15 anos antes. E a verdade é que há diversas fontes cristãs que declaram que muitos de entre os invasores de Espanha eram convertidos ao judaísmo. A origem da grande comunidade judaica de Espanha eram estes soldados berberes convertidos ao judaísmo.

Segundo Sand, o contributo demográfico mais decisivo para a população judaica no mundo deu-se na sequência da conversão do reino khazar - o vasto império estabelecido na Idade Média nas estepes circundantes do rio Volga e que, no auge do seu poder, dominava desde a actual Geórgia até Kiev. No século VIII os reis khazares adoptaram a religião judaica e fizeram do hebreu a língua escrita do reino. A partir do século X o reino estava já enfraquecido e no século XIII foi derrotado em toda a linha pelos invasores mongóis e o destino da sua população judaica perde-se então nas brumas.


Shlomo Sand revisita a hipótese, já avançada por historiadores dos séculos XIX e XX, segundo a qual os khazares convertidos ao judaísmo seriam a principal origem das comunidades judaicas da Europa de Leste: «No início do século XX há uma grande concentração de judeus na Europa de Leste; só na Polónia são três milhões», afirma. «A historiografia sionista pretende que a sua origem provém da comunidade judaica mais antiga da Alemanha, mas essa historiografia não explica por que motivo o reduzido número de judeus originários da Europa Ocidental - de Mainz e Worms - pôde fundar o povo yiddish da Europa de Leste; na verdade, os judeus da Europa de Leste são uma mistura de khazares e eslavos rechaçados para Ocidente


Ofri: Se os judeus da Europa de Leste não são originários da Alemanha porque é que falavam yiddish, que é uma língua germânica?

Shlomo: Os judeus, a leste, formavam um grupo que dependia da burguesia alemã e foi dessa forma que adoptaram palavras alemãs. Aqui, apoio-me nas investigações do linguista Paul Wechsler, da Universidade de Telavive, que demonstrou que não existe ligação etimológica entre a língua judaica alemã da Idade Média e o yiddish. O Rabi Yitzhak Bar Levinson, já em 1928, dizia que a antiga língua dos judeus não era o yiddish. Até Ben Tzion Dinour, pai da historiografia israelita, não tinha problemas em apontar os khazares como a origem dos judeus da Europa de Leste, descrevendo a Khazaria como a "mãe das comunidades de exílio" na Europa de Leste. No entanto, desde 1967 que qualquer pessoa que fale dos khazares como sendo os antepassados dos judeus da Europa de Leste é encarado como bizarro e delirante.


Ofri: Na sua opinião, porque é que a ideia de uma origem khazar é tão ameaçadora?

Shlomo: É evidente que o receio se prende com a contestação do direito histórico sobre esta terra [Israel]. Revelar que os judeus não vieram da Judeia parece reduzir a legitimidade da nossa presença aqui. Desde o início do período de descolonização, os colonos não podem vir simplesmente dizer: «viemos, vencemos e agora somos daqui» - como também afirmaram os americanos, os brancos da África do Sul e os australianos. Existe um receio profundo que seja posta em causa o nosso direito à existência.


Ofri: E esse receio não tem fundamento?

Shlomo: Não. Não creio que o mito histórico do exílio e da errância seja a origem da minha legitimidade em estar aqui [em Israel]. Para mim é indiferente saber que sou de origem khazar. Não receio este abalar da nossa existência pois penso que a natureza do Estado de Israel ameaça de forma bem mais grave a sua existência. O que pode fundar a nossa existência aqui não são direitos históricos mitológicos mas o facto de virmos a estabelecer aqui uma sociedade aberta, uma sociedade do conjunto de todos os cidadãos israelitas.


Ofri: No fundo, afirma que não existe um povo judeu.

Shlomo: Não reconheço um povo judeu internacional. Reconheço um "povo yiddich" que existia na Europa de Leste, que não é uma nação mas onde é possível ver uma civilização yiddish com uma cultura popular moderna. Penso que o nacionalismo judeu se desenvolveu a partir desta base yiddish. Reconheço igualmente a existência de uma nação israelita e não contesto o seu direito à soberania. Mas o sionismo, tal como o nacionalismo árabe ao longo dos anos, não estão preparados para o reconhecer.

Do ponto de vista do sionismo, este Estado não pertence aos seus cidadãos, mas sim ao povo judeu. Reconheço uma definição de Nação: um grupo humano que pretende viver de forma soberana. Mas a maioria dos judeus em todo o mundo não quer viver no Estado de Israel, apesar de nada os impedir a que o façam. Assim, não se pode ver neles uma nação.



Ofri: O que é que existe de perigoso no facto de os judeus imaginarem que pertencem a um só povo? Por que razão isso seria errado?

Shlomo: No discurso israelita sobre as suas raízes existe uma dose de perversão. É um discurso etnocêntrico, biológico, genético. Mas Israel não tem existência como estado judaico: se Israel não se desenvolve e se transforma numa sociedade aberta e multicultural, teremos um Kosovo na Galileia. A consciência de um direito sobre este local deve ser mais flexível e variada e se eu contribuí com este livro para que eu próprio e os meus filhos possamos viver aqui com os outros, neste Estado, numa situação mais igualitária, terei feito a minha parte.

Devemos começar a trabalhar duramente para transformar este local que é o nosso numa república israelita, onde nem a origem étnica nem a crença serão pertinentes à luz da lei. Quem conhece as jovens elites entre os árabes de Israel pode constatar que eles não concordam em viver num Estado que proclama que não é o seu. Se fosse palestiniano rebelar-me-ia contra um tal Estado, mas é também como israelita que me rebelo contra este Estado.



Ofri: A questão que se põe é saber se, para chegar a tais conclusões, seria necessário ir até ao reino dos Khazars e ao Reino Himiarita.

Shlomo: Não escondo que sinto um grande incómodo em viver numa sociedade em que os princípios nacionais que a dirigem são perigosos e que esse incómodo serviu de motor para a minha pesquisa. Sou cidadão deste país mas também sou historiador e, enquanto historiador, tenho obrigação de escrever a História e de examinar os textos. Foi isso que fiz.


Ofri: Se o mito do sionismo é o mito do povo judeu que retornou do exílio a esta terra, qual será o mito do Estado que imagina?

Shlomo: Um mito de futuro é, a meu ver, preferível a mitologias do passado e de se fechar em si próprio. Para os americanos, e também para os europeus de hoje, o que justifica a existência de uma Nação é a promessa de uma sociedade aberta, avançada e opulenta. Os condimentos israelitas existem mas há que lhes acrescentar, por exemplo, festas que reúnam todos os israelitas. Reduzir um pouco os dias comemorativos e acrescentar dias consagrados ao futuro. E também, por exemplo, acrescentar uma hora para comemorar a Nakba (literalmente, a "catástrofe" – o termo palestiniano para aquilo que aconteceu quando Israel foi fundado], entre o Dia do Senhor e o Dia da Independência.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Ex-ministra de Israel - É um truque que sempre utilizamos (chamar as pes...

HOLOCAUSTO SINISTRO! 66 PERGUNTAS SEM RESPOSTAS SOBRE O HOLOCAUSTO!!!

66 PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O HOLOCAUSTO

As perguntas e respostas abaixo foram elaboradas pelo Instituto pela Revisão Histórica, fizemos algumas alterações e complementações aonde achamos pertinente.

1. Que provas existem de que os nazistas mataram seis milhões de judeus?

Nenhuma. Tudo o que temos é o testemunho pós-guerra, em sua maioria de “sobreviventes” individuais. Seu testemunho é contraditório e poucos dizem que realmente viram algum “gaseamento”. Não existem documentos convincentes e nenhuma grande evidência: nenhum monte de cinzas, nem crematórios capazes de destruir milhões de corpos, nem “sopa humana”, nem abajures feitos de pele humana, e nenhuma estatística demográfica acreditável.


2. Que evidência existe de que os nazistas não mataram seis milhões de judeus?

Extensas evidências forênsicas, demográficas, analíticas e comparativas demonstram a impossibilidade de tal número. O grandemente repetido número de “Seis Milhões” não passa de um exagero irresponsável, livros como “Acabou o Gás – O Fim de um Mito”, “O Holocausto Judeu ou Alemão?” e outros demonstram a absoluta impossibilidade do suposto holocausto judaico.


3. Simon Wiesenthal alguma vez escreveu que “não existiram campos de extermínio em solo alemão”?

Sim. O famoso “caçador de nazistas” escreveu isso em Star and Stripes, a 24 de janeiro de 1993. Ele também sustenta que “gaseamentos” de judeus aconteceram apenas na Polônia.


4. Se Dachau era na Alemanha, e até Wiesenthal diz que não era um campo de extermínio, porque muitos veteranos americanos dizem que era um campo de extermínio?

Depois que os Aliados capturaram Dachau, muitos GIs e outros foram ciceroneados pelo campo, e viram um prédio que supostamente era uma “câmara de gás”. A mídia de massa falsamente continua a dizer que Dachau era um campo de “gaseamento”, mesmo depois de estrondosas e conclusivas evidências que comprovam a falsidade de tais afirmações.


5. E Auschwitz? Existe alguma prova de que câmaras de gás foram utilizadas para matar pessoas lá?

Não. Auschwitz, capturada pelos soviéticos, foi modificada após a guerra, e uma sala foi reconstruída para parecer uma grande “câmara de gás”. Depois que o maior especialista em construção e design de câmaras de gás (reais)norte-americanas, Fred Leuchter, examinou esta e outras alegadas câmaras de gás, ele disse que era um “absurdo” dizer que elas foram, ou poderiam ter sido, utilizadas para execuções. Ou seja, o único relatório técnico produzido até hoje (o governo polonês se recusa a permitir que novas equipes de técnicos façam vistorias nas supostas câmaras) aponta para o fato de que não houve gaseamento algum de seres humanos em Auschwitz.


6. Se Auschwitz não era um “campo de extermínio”, qual era seu verdadeiro propósito?

Era um centro de internamento e parte de um complexo manufatureiro de grande escala. Combustível sintético foi produzido lá, e seus prisioneiros foram utilizados como força de trabalho.


7. Quem construiu os primeiros campos de concentração?

Durante a Guerra dos Bôeres (1899-1902), os britânicos erigiram o que eles chamaram “campos de concentração” na África do Sul, para internar as mulheres e crianças dos afrikaners (descendentes de alemães, holandeses e franceses que colonizaram a África do Sul e eram contrários ao domínio inglês). Aproximadamente 30.000 morreram nestes campos, que eram bem piores que os campos alemães na II Guerra Mundial.


8. No que os campos de concentração alemães diferiam dos campos de “relocamento” no qual os nipo-americanos foram internados durante a Segunda Guerra?

A única diferença significante é que os alemães internavam pessoas com base em serem ameaças reais ao esforço de guerra alemão ou representarem um elemento nocivo a cultura e sociedade Alemã, enquanto a administração Roosevelt internou pessoas com base única e exclusivamente no aspecto racial.


9. Por que o governo alemão internou judeus em campos?

Ele considerava os judeus uma ameaça direta à segurança nacional. (Os judeus estavam grandemente representados na subversão comunista, além de serem os responsáveis, durante anos e anos pela corrosão da cultura, sociedade e economia alemã). Entretanto, todos os suspeitos de representarem riscos à segurança - não apenas judeus – eram passíveis de internamento.


10. Que medidas hostis os judeus do mundo tomaram contra a Alemanha a partir de 1933?

Em março de 1933, organizações judaicas internacionais declararam um boicote internacional aos produtos alemães.


11. Os judeus do mundo declararam “guerra à Alemanha”?

Sim. Jornais ao redor do mundo demonstraram isso. Uma manchete do jornal London Daily Express (24 de março de 1933), por exemplo, anunciava “Judéia declara guerra à Alemanha”.


12. Isto foi antes ou depois que as histórias sobre “campos de extermínio” começaram?

Isto foi muitos anos antes do começo dessas histórias, que só surgiram em 1941-42.


13. Que nação cometeu o primeiro bombardeio contra um alvo civil na II Guerra?

Grã-Bretanha, a 11 de maio de 1940.


14. Quantas “câmaras de gás” existiam para matar pessoas em Auschwitz?

Nenhuma.


15. Quantos judeus estavam vivendo nas áreas que vieram a ficar sob controle alemão durante a guerra?

Menos de seis milhões.


16. Se os judeus da Europa não foram exterminados pelos nazistas, o que aconteceu a eles?

Depois da guerra milhões de judeus ainda estavam vivos na Europa. Centenas de milhares (talvez até um milhão e meio) morreram de diversas causas durante a guerra (doenças, fome, etc.). Outros emigraram aos Estados Unidos, à Palestina e outros países. Muitos mais fugiram da Europa após a guerra. Sendo ainda que boa parte modificou seus nomes ao emigrar para outro país.


17. Quantos judeus fugiram ou foram evacuados para a URSS?

Mais de 2 milhões foram evacuados pelos soviéticos em 1941-42. Estes judeus portanto jamais ficaram sob controle alemão.


18. Quantos judeus emigraram da Europa antes da guerra, portanto colocando-se fora do alcance alemão?

Talvez um milhão (não incluindo aqueles absorvidos pela URSS).


19. Se Auschwitz não era um campo de concentração, porque seu comandante, Rudolf Höss, confessou que era?

Ele foi torturado pela polícia militar britânica, como um de seus interrogadores posteriormente admitiu.


20. Existe alguma evidência de alguma política de americanos, britânicos e soviéticos de torturar os prisioneiros alemães para conseguir “confissões” exatas para usar nos julgamentos de Nüremberg e outros?

Sim. Tortura foi usada extensivamente para produzir “evidências” fraudulentas para os infames Julgamentos de Nüremberg, e outros julgamentos de “crimes de guerra” após aquele.


21. Como a história do Holocausto beneficia os judeus atualmente?

Ela ajuda a tornar os judeus um grupo incriticável. Como um tipo de religião secular, ela dá uma junção emocional entre os judeus e seus líderes. É uma poderosa ferramenta nas campanhas para conseguir fundos, e é usado para justificar a gigantesca “ajuda” norte-americana a Israel. Além disso é responsável pela interminável seqüência de “reparações” exigidas pelas falsas vítimas do Holocausto, as quais são extorquidas de governos, empresas, bancos, etc., acusados de terem auxiliado o III Reich. Foi ainda fundamental na concretização do Estado de Israel, funcionando como ferramenta de chantagem emocional, moral e econômica contra os líderes das principais potências mundiais.


22. Como beneficia o Estado de Israel?

Ele justifica os bilhões de dólares em “reparações” que a Alemanha pagou a Israel e a muitos “sobreviventes” individuais. É usado pelo Lobby Sionista/Israelense para ditar uma política externa pró-Israel aos Estados Unidos no Oriente Médio, e para forçar o pagador de impostos americano a, indiretamente, mandar dinheiro a Israel, totalizando bilhões por ano.


23. Como é usado por muitos clérigos cristãos?

A história do Holocausto é citada para reforçar a noção do Antigo Testamento dos judeus como um eternamente perseguido “Povo Escolhido”.


24. Como beneficiou os comunistas?

Ela divergiu atenção das provocações e atrocidades cometidas pelos soviéticos antes, durante e após a II Guerra Mundial.


25. Como beneficiou a Inglaterra?

Da mesma forma que aos soviéticos.


26. Existe alguma evidência de que Hitler ordenou o extermínio em massa de judeus?

Não. Até hoje não foi apresentado um documento sequer que comprove esta ordem.


27. Que tipo de gás foi utilizado nos campos de concentração alemães durante a guerra?

Gás cianídrico de “Zyklon B”, um pesticida comercial que foi utilizado amplamente pela Europa.


28. Para que propósito era fabricado o Zyklon B?

Era um pesticida utilizado para fumigar roupas para matar os piolhos transmissores de tifo e outras pestes.


29. Era um produto recomendável para o extermínio em massa?

Não. Se os nazistas tinham a intenção de utilizar gás venenoso para matar pessoas, produtos muito mais eficientes estavam disponíveis. Zyklon B é um agente de fumigação de ação lenta.


30. Quanto tempo leva para ventilar uma sala depois de fumigação com Zyklon B?

Normalmente algo em torno de 20 horas. O processo como um todo é muito complicado e perigoso. Máscaras contra gás devem ser utilizadas, e somente empregados treinados são usados.


31. O comandante de Auschwitz, Höss, disse que seus homens entravam nas “câmaras de gás” para remover os corpos dez minutos depois que as vítimas morreram. Como você explica isto?

Isso não pode ser explicado porque, ao fazê-lo, eles teriam sofrido o mesmo destino que as supostas vítimas “gaseadas”.


32. Höss disse em sua “confissão” que seus homens fumavam cigarros enquanto tiravam os corpos das câmaras de gás, dez minutos após o gaseamento. Zyklon B não é explosivo?

Sim. A confissão de Höss é evidentemente falsa.


33. Qual era o procedimento exato que os nazistas supostamente usaram para matar os judeus?

As histórias vão de jogar gás em uma sala lotada através de buracos no teto, jogar gás através de chuveiros, “câmaras de vapor”, máquinas de “eletrocussão”, etc. Como se pode observar não há consenso sequer sobre qual o meio utilizado.


34. Como poderia um programa de extermínio em massa ser mantido secreto daqueles que iriam morrer?

Simplesmente não poderia. O fato é que não aconteceram gaseamentos em massa. As histórias de extermínio se originaram como propaganda de guerra.


35. Se os judeus que iriam morrer conheciam o que o destino lhes reservava, porque eles seguiram os alemães sem resistir?

Ele não resistiram porque eles não acreditavam que havia qualquer intenção de matá-los.


36. Quantos judeus morreram em campos de concentração?

Estimativas competentes vão de 300.000 a 500.000.


37. Como eles morreram?

Em sua maioria, de diversas epidemias de tifo que castigaram a Europa em guerra, bem como fome e falta de cuidados médicos nos últimos meses de guerra, quando virtualmente todos os transportes por estradas e ferrovias haviam sido inutilizados pelos Aliados.


38. O que é tifo?

Esta doença sempre aparece quando muitas pessoas são colocadas juntas em condições insalubres. É carregada por piolhos que infestam o cabelo e as roupas. Ironicamente, se os alemães tivesse utilizado mais Zyklon B, maior número de judeus poderia ter sobrevivido aos campos.


39. Qual é a diferença se 6 milhões ou 300.000 judeus morreram durante a Segunda Guerra Mundial?

5.700.000!!!!!!


40. Alguns “sobreviventes” judeus afirmam que viram corpos serem jogados em fossas e queimados. Quanto combustível seria necessário para isto?

Bem mais do que ao que os alemães tinham acesso, pois até havia uma certa falta de combustível durante a guerra.


41. Corpos podem ser queimados em fossas?

Não. É impossível para corpos humanos serem totalmente consumidos pelas chamas desta maneira por causa da falta de oxigênio.


42. Historiadores do Holocausto afirmam que os nazistas eram capazes de cremar corpos em mais ou menos 10 minutos. Quanto tempo se leva para incinerar um corpo, de acordo com operadores de crematórios profissionais?

Mais ou menos uma hora e meia, com os ossos maiores requerendo processamento extra depois.


43. Por que os campos de concentração alemães tinham fornos crematórios?

Para dar uma solução eficiente e sanitária aos corpos daqueles que morriam.


44. Dado um ciclo de serviço de 100% em todos os crematórios de todos os campos de concentração em território controlado pelos alemães, qual é o máximo número de corpos que seria possível incinerar durante todo o período no qual estes crematórios estiveram em operação?

Mais ou menos 430.600.


45. Pode um forno crematório ser operado 100% do tempo?

Não. Cinqüenta por cento é uma estimativa generosa (12 horas por dia). Fornos crematórios devem ser limpados regularmente quando em operação pesada.


46. Quanto de cinza sobra de um corpo cremado?

Depois que todos os ossos foram destruídos, mais ou menos uma caixa de sapatos cheia.


47. Se seis milhões de pessoas foram incineradas pelos nazistas, o que aconteceu ás cinzas?

Isto ainda deve ser “explicado”. Seis milhões de corpos iriam produzir muitas toneladas de cinzas, entretanto não há evidência alguma de grandes depósitos de cinzas.


48. As fotos de reconhecimento aéreo feitas durante a guerra pelos Aliados de Auschwitz (tiradas durante o período em que as “câmaras de gás” e os crematórios estavam supostamente a todo o vapor) demonstram alguma evidência de extermínio?

Não. De fato, estas fotos não revelam nenhum traço da enorme quantidade de fumaça que supostamente estava constantemente sobre o campo, nem dão qualquer evidência de “fossas abertas” nas quais os corpos eram alegadamente queimados.


49. Qual era o ponto principal das “Leis de Nürnberg” alemães de 1935?

Elas proibiam o casamento e relações sexuais entre alemães e judeus, visando a preservação da linhagem Ariana e a alienação do elemento judaico da piscina genética alemã. Eram similares às leis existentes em Israel hoje em dia quanto ao casamento de judeus com não judeus.


50. Há algum precedente americano para as Leis de Nürnberg?

Anos antes do Reich de Hitler, a maioria dos estados dos EUA tinha passado leis proibindo o casamento entre pessoas de diferentes raças. No estado do Alabama, por exemplo, a lei vedando o casamento inter-racial só foi revogada no final dos anos 90.


51. O que a Cruz Vermelha Internacional disse em respeito à questão do “Holocausto”?

Um relatório oficial da visita de uma delegação da Cruz Vermelha Internacional a Auschwitz em setembro de 1944 disse que os internos podiam receber pacotes, e que os rumores de câmaras de gás não puderam ser verificados.


52. Qual era o papel do Vaticano no tempo em que seis milhões de judeus foram alegadamente exterminados?

Se existisse um plano de extermínio, o Vaticano certamente estava em posição de saber sobre ele. Mas, como não havia nenhum, o Vaticano não tinha razão alguma para falar contra ele, e não o fez.


53. Que evidências existem de que Hitler sabia do suposto programa de extermínio de judeus em andamento?

Nenhuma.


54. Os nazistas e os sionistas colaboraram?

Tão cedo quanto 1933, o governo de Hitler assinou um acordo com os sionistas permitindo aos judeus emigrar da Alemanha à Palestina, levando grandes quantidades de capital com eles.


55. Como morreu Anne Frank?

Depois de sobreviver ao internamento em Auschwitz, ela sucumbiu ao tifo no campo de Bergen-Belsen, apenas algumas semanas antes do fim da guerra. Ela não foi gaseada.


56. O Diário de Anne Frank é genuíno?

Não. Evidências compiladas pelo Professor Robert Faurisson demonstram que o famoso diário é uma fraude literária.


57. E aquelas fotografias e filmes tomados dos campos alemães liberados mostrando pilhas de corpos emaciados? São falsas?

Fotografias podem ser falsificadas, mas é bem mais fácil adicionar uma descrição mentirosa na foto ou um comentário ao pedaço de filme. Pilhas de corpos não querem dizer que estes corpos foram “gaseados” ou deliberadamente esfomeados até a morte. Na verdade, estas eram vítimas trágicas de epidemias e/ou fome devido à falta de comida nos campos logo antes do final da guerra.


58. Quem inventou o termo “genocídio”?

Raphael Lemkin, um judeu polonês, em um livro publicado em 1944.


59. Filmes como “A Lista de Schindler” são documentários?

Não. Tais filmes são dramas fictícios vagamente baseados na História. Infelizmente, muitas pessoas os aceitam como verdadeiros documentários históricos.


60. Quantos livros foram publicados que refutam algum aspecto da história oficial do Holocausto?

Dúzias. Muitos mais estão em produção.


61. O que aconteceu quanto o Instituto pela Revisão Histórica ofereceu US$ 50.000 a qualquer um que pudesse provar que judeus foram gaseados em Auschwitz?

Nenhuma prova foi oferecida para pedir a recompensa, mas o Instituto foi processado em US$ 17 milhões pelo ex-prisioneiro de Auschwitz Mel Mermelstein, que alegou que a recompensa lhe causou perda de sono e prejuízos ao seu negócio, além de que representava “negação injuriosa de fato estabelecido”.


62. E sobre a acusação de que aqueles que questionam a história do Holocausto são meramente anti-semitas ou neo-nazistas?

Isto é uma mentira designada para retirar a atenção de fatos e argumentos honestos. Estudiosos que refutam o Holocausto são de todas as correntes políticas, etnias e religiões (inclusive judeus). Não existe nenhuma correlação entre a refutação do Holocausto e o anti-semitismo ou neo-nazismo. Crescentes números de estudiosos judeus admitiram abertamente a falta de evidência para pontos chave da história do Holocausto.


63. O que aconteceu aos historiadores “revisionistas” que desafiaram a história do Holocausto?

Todos tem sido vítimas de campanhas de ódio, difamações, injurias, perda de posições acadêmicas, perda de pensões, destruição de sua propriedade e violência física.


64. O Instituto pela Revisão Histórica sofreu alguma retaliação por seus esforços para manter o direito da liberdade de expressão e liberdade acadêmica?

O IHR (Institute for Historical Review) sofreu ataques à bomba três vezes, e foi completamente destruído a 4 de julho de 1984, num ataque criminoso. Numerosas ameaças de morte por telefone tem sido recebidas. A cobertura da mídia sobre o IHR tem sido grandemente hostil.


65. Por que existe tão pouca publicidade sobre as opiniões revisionistas?

Porque, por razões políticas, o “Establishment” não quer uma discussão a fundo sobre os fatos em torno da história do Holocausto.


66. Onde eu posso conseguir mais informações sobre o “outro lado” da história do Holocausto, bem como fatos concernentes a outros aspectos do revisionismo da II Guerra Mundial?

O Instituto pela Revisão Histórica, tem uma grande variedade de livros, fitas cassete e de vídeo sobre importantes acontecimentos históricos. No Brasil, a Editora Revisão, que vem sendo perseguida e censurada constantemente, também possui uma série de livros desmascarando mitos e mentiras históricas e apresentando aquilo que realmente acontece nos bastidores da História. O site de Ernst Zundel (http://www.zundelsite.org) , eminente revisionista, também possui vasto arquivo de informações sobre os fatos “nebulosos” da segunda guerra.


FONTE:
http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3088103523367375632

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

grupos de "judeus negros" envolvidos com a sinagoga de satanás, as "ovelhas negras da casa de Israel"!

Shalom,

Hebreus-israelitas envolvidos com os da Sinagoga de Satanás?!

Quem tem o costume de passear por Nova Iorque, London- Time Square, Chicago e várias outras localidades mundiais com toda a certeza teve a oportunidade de presenciar grupos como o do video acima de pessoas que se entitulam “judeus negros” e que costumam parar em cada esquina, normalmente eles usam roupas bem longas e quase sempre usam uma faixa na cabeça com a estrela de seis pontas a tal chamada magemdavid ,ou na roupa ou em forma de cordão e são bastante agressivos em sua maneira de falar. (preste banstante atenção porque na maioria das vezes eles se entitulam judeus negros e não hebreus). Ultimamente integrantes desses grupos foram vistos no Haiti e na Jamaica. Esses grupos também costumam dividir as doze tribos de Israel conforme abaixo:

E eu pergunto? Como podemos confirmar isso de acordo com as escrituras?

E quem são esses grupos?

-Israelitas de acordo com a carne, mas que desconhecem YAH e YAHoshua (pelo fruto os conhecereis) Romanos 9:7-8 Nem por serem descendência de Abraão são todos filhos; mas: Em Isaque será chamada a tua descendência.

Isto é, não são os filhos da carne que são filhos de Yah, mas os filhos da promessa são contados como descendência

Mateus 7:15;16 Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores.

Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos?

E qual a intenção deles?

Escandalos! As escrituras dizem:

Mateus 18;7 Ai do mundo, por causa dos escândalos; porque é mister que venham escândalos, mas ai daquele homem por quem o escândalo vem!

E porque eles promovem esses escandá-los,

-desta forma eles estão contribuindo para que cada vez mais pessoas desacreditem na verdadeira mensagem que YAH permitiu aos verdadeiros hebreus israelitas anunciarem a todos os homens. Eles estao recebendo o vil metal para distrairem os homens enquanto o tempo se aproxima! A maioria desses grupos prega que a salvação é somente para os hebreus(negros) e quanto aos gentios (brancos) eles associam ao diabo (preste bastante atenção que eu disse “eles” e não nós)

Quem já teve a oportunidade de pesquisar sobre os hebreus israelitas na internete com certeza já deparou com alguns comentários positivos e alguns bem negativos sobre os hebreus israelitas- Wikipedia, por exemplo descreve alguns grupos separados de israelitas negros como “supremacistas” e que promovem o conflito racial. Alguns rotulam os hebreus de racistas, fachistas e estamos até mesmo encaixados entre “ as religiões mais estranhas do mundo” mesmo apesar de nem mesmo sermos um grupo religioso. Leia isso!

Nação do Senhor http://forum.outerspace.terra.com.br/showthread.php?t=263356
A Nação do Senhor é um grupo Afro-Americano religioso que segue uma linha extremamente controversa de negro-israelita de pensamento hebraico. Eles foram fundados em 1979 em Miami por Hulon Mitchell que atendia pelo nome de Yahweh Ben Yahweh. Seu objetivo é transformar africanos em americanos, a quem ele os vêem como israelitas verdadeiros. O grupo se desliga totalmente do Cristianismo e do Judaísmo, pois seus seguidores acreditam que o fundador Yahweh Ben Yahweh é o filho de Deus. Desse modo suas crenças são únicas e não se assemelham a nenhuma religião. Esse grupo religioso enfrentou enormes problemas por questões jurídicas de seu fundador, sendo a religião acusada de ser um culto de supremacia negra, afirmando ser racista, pois eles acreditam que apenas os negros são os verdadeiros judeus e que os brancos são diabos.

Mas quem são os testas de ferro por trás de tudo isso, quem realmente deseja ver a destruição dos verdadeiros hebreus israelitas e da continuação dessa obra a qual o próprio YAH nos chamou a fazer?

Os judeus por trás do movimento negro

http://www.davidduke.com/general/why-jewish-extremist-organizations-have-been-promoting-black-causes_15126.html

Entrevista com Kevin MacDonald PhD

Por Natanael Kapner

Dr. Kevin MacDonald, psicólogo, escritor e historiador é professor de psicologia da Universidade Estadual em Long Beach na Califórnia.

Como autor de vários livros, Kevin MacDonald descreve porque os judeus e os eurogentios –(cultura cristã) através de movimentos intelectuais, político e os meios de comunicação de massa procuram causar conflictos raciais envolvendo os negros e a religião.

Irmão Natanael Kapner: Você pode nos dar uma visão geral do apoio que os judeus dão a causa negra?

Kevin MacDonald, PhD: Desde a fundação da Associação Nacional para o Avanço das Pessoas de Cor (NAACP), em 1909, as organizações judaicas tiveram um longo recorde de apoio às causas negras.

Através dos anos, atingindo o pico em 1960 com o movimento dos direitos civis, as atividades dos judeus, em apoio aos negros têm envolvido uma contenciosa legislação, captação de recursos, organização político-acadêmica aos movimentos negros. Os motivos dos judeus, no entanto, não é de forma alguma qualquer simpatia real para o sofrimento dos negros, mas sim a busca para alcançar o eclipse da hegemonia política e cultural dos americanos brancos.

Br Natanael: Como foi que os judeus se envolveram na fundação da NAACP(Movimento negro americano)?

Kevin MacDonald: A NAACP foi fundada primeiramente por ricos judeus alemães, com o Dr. Henry Moscowitz, educado na Alemanha, principal fundador. Embora os brancos não-judeus e alguns negros como WEB DuBois foram alistados como co-fundadores, de modo a dar à organização uma ampla apresentação racial, o papel dos judeus foi predominante em ambos , tanto na fundação como no desenvolvimento da NAACP.

Em 1915, a NAACP tinha algo do aspecto da B'nai B'rith e do Comite Judaico Americano e juntamente com os irmãos Joel e Arthur Spingarn, parte da aristocracia judaica alemã, foram instituidos como presidente e assessores jurídicos, respectivamente. Os judeus alemães, Jacob Schiff, o principal financiador da Revolução Bolchevique na Rússia, e Paul Warburg, o arquiteto-chefe da propriedade privada, Banco da reserva Federal, foram os anjos financeiro.

Br Natanael: os judeus eram ativos em outros grupos de negros?

Kevin MacDonald: os judeus ricos eram os principais contribuintes para a liga urbana nacional -National Urban League. Julius Rosenwald, cuja riqueza derivada da Sears Roebuck & Company, deu enormes quantias de dinheiro para a Liga.

Os negros desempenharam apenas um pequeno papel até 1960 em ambos, Liga urbana Nacional e na NAACP , quando foram apresentados como "líderes" durante o movimento pelos direitos civis.

Por exemplo, no auge da aliança judaico-negro na década de 1960, a maioria dos advogados de defesa dos negros no movimento de protesto no Sul eram judeus. Altamente organizações judaicas como a sede Nacional Advogados Guild e do American Civil Liberties Union, ambos com vínculos com o Partido Comunista, desde muito do talento jurídica para esses empreendimentos.

Br Natanael: Você diz que algumas dessas organizações judaicas tinha vínculos com o Partido Comunista?

Kevin MacDonald: Preocupação que os comunistas judeus estiveram envolvidos no movimento pelos direitos civis em torno da actividade de Stanley Levison, um importante conselheiro de Martin Luther King.

Levison tinha laços estreitos com o Partido Comunista e o AJ Congress. Ele estava sendo investigado pelo FBI por ter agido alegadamente sob a tutela comunista em suas atividades com o rei.

INFILTRAÇÃO DE JUDEUS NAS ESCOLAS PÚBLICAS

Br Natanael: Pode nos dizer sobre a infiltração judeus "em escolas públicas americanas no que diz respeito à causa do negro?

Kevin MacDonald: Em 1950, o comite judaico americano produziu uma série de obras em cooperação com as principais universidades coletivamente denominados, "Estudos em Preconceito." O objetivo ostensivo desta compilação foi estabelecer apoio para uma satisfação intelectual, a priori, a teoria de diversas formas de hostilidade étnica. Mas o objetivo real era a censura de todas as críticas dos judeus como sendo atos de anti-semitismo. .........

Há pessoas que estiveram envolvidas nesses movimentos e hoje libertas pelo poder de Yah e Yahoshua testemunham que vários judeus estão envolvidos nos chamados movimentos dos “judeus negros”, se voce reparar bem a maioria desse grupos se auto-denominam “judeus-negros ” e não hebreus-israelitas.

a minha intenção ao escrever esse texto é que o mesmo possa servir de alerta a todos , as escrituras nos advertem a vigiar e orar a todo o tempo,

Mateus 26:41 Vigiai e orai, para que não entreis em tentação;

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

quem trouxe os escravos (hebreus) para as Américas?!




do Livro
Quem trouxe os escravos para as Américas (Who brought the slaves to America?)
por: Walter White
A história dos escravos na América começa com Cristóvão Colombo. Sua viagem à América não foi financiado pela rainha Isabel, mas por Luis de Santangelo, que atingiu a soma de 17.000 ducados (cerca de 5.000 libras hoje, igual a £ 50.000) para financiar a viagem, que começou em 03 de agosto de 1492.

Colombo foi acompanhada por cinco "Marranos" (judeus que tinham abjurado sua religião e, supostamente, tornaram-se católicos)eram eles: Luis Torres,o intérprete, Marco, o cirurgião, Bemal, o médico, Alonzo de la Calle e Gabriel Sanchez (1).

Gabriel Sanchez, auxiliado pelos outros quatro judeus, transmitiu a Columbus a idéia de capturar 500 índios e vendê-los como escravos em Sevilha, Espanha, o que de fato aconteceu . Colombo não recebeu parte alguma do dinheiro com a venda de escravos, mas ele se tornou vítima de uma conspiração promovida por Bemal, médico do navio. Ele, Colombo, sofreu a injustiça e teve a prisão como recompensa. Traído pelos cinco Marranos (judeus), a quem ele havia confiado e ajudado. Isto, ironicamente, foi o início da escravidão nas Américas (2).

Os judeus foram expulsos da Espanha em 02 de agosto de 1492, e de Portugal, em 1497. Muitos desses judeus emigraram para a Holanda, onde montaram a companhia holandêsa das Índias Ocidentais para explorar o novo mundo.

Em 1654, primeiro do judeu, Jacob Barsimson, emigrou da Holanda para a Nova Amsterdã (Nova York) e na próxima década, muitos outros seguiram-no, estabelecendo-se na costa leste, principalmente em New Amsterda e Newport, Rhode Island. Eles foram impedidos por decretos emitidos pelo governador Peter Stuyvesant de se envolverem na economia doméstica, e rapidamente eles descobriram que o território habitado pelos índios seria um campo fértil para as suas comerciais. Não foram as leis que impediram os judeus na negociação com os índios.

O primeiro judeu a começar a negociar com os índios foi Hayman Levy, que importou esferas de vidro barato, têxteis, brincos, braceletes e outros adornos baratos a partir da Holanda, que foram trocados por peles valiosas. Hayman Levy foi logo apoiado pelos judeus Nicholas Simon e Joseph Lowe. Lowe concebeu a idéia de negociar rum e uísque com os índios e montou uma destilaria em Newport, onde estes dois licores foram produzidos. Dentro de pouco tempo havia 22 destilarias em Newport, todas elas pertencentes a judeus, fabricação e distribuição de "aguardente". A história aterrorizante dos massacres feitos aos índios resultantes dos primeiros colonizadores, é uma história dramática em si mesma.

É essencial para compreendermos o porto de Newport. É importante no sentido de reconhecer a participação judaica no comércio de escravos. Houve um período em que era comumente referido como "O centro Judaico Mundial do Comércio Escravo de Newport. nesta época, havia na América do Norte seis comunidades judaicas: em Newport, Charleston, Nova Iorque, Filadélfia, Richmond, e Savanuah. Havia também muitos outros judeus, espalhados por toda a costa leste. Apesar de Nova York ter sido o primeiro lugar a receber os colonos judeus na América do Norte, ficando Newport em segundo lugar.

Nova York foi também a principal fonte de carne Kosher, fornecendo os assentamentos da América do Norte, India Ocidental e também da América do Sul. Newport se tornou també o grande comércio portuário da costa leste da América do Norte. Lá, os navios de outros portos ancoravam. Newport, como mencionado anteriormente, representava o lugar de destaque no comércio do rum, uísque, licor e transacções comerciais. E para concluir, finalmente se tornou o principal centro de comercio Escravagista. Foi a partir desse porto que os navios que deixavam seu caminho através do oceano, recolhiam a sua "carga negra humana" recebendo assim grandes somas de dinheiro em troca.

Um relatório autentico, indica que dos 128 navios negreiros, por exemplo, que descarregavam em Charleston, no prazo de um ano, a sua "carga", 120 destes eram assinados pelos judeus de Newport e Charleston. O restante deles, apesar de estarem inscritos como Boston (1), Norfolk (2), e Baltimore (4), seus verdadeiros donos eram igualmente os mesmos traficantes de escravos judeus de Newport e Charleston.

Um deles é capaz de avaliar a participação judaica no trato total de Newport, isto xconsiderando um único judeu, o Português, Aaron Lopez, que desempenha um papel importante na história de todos os judeus e da Escravidão.

Aaron Lopez
No que respeita ao comércio das colônias inteiras, e mais tarde o Estado de Rhode Island, (que incluiu Newport), conhecimentos de embarque, concessões, recibos e outros, todos estes levavam o nome e a assinatura do judeu Aaron Lopez (3). Isso tudo aconteceu durante os anos 1726-1774. Ele tinha, portanto, mais de 50% de todas as transacções sob seu controle pessoal por quase cinqüenta anos. Além de que havia outros navios de sua propriedade, mas navegavam sob outros nomes.

No ano de 1749, a primeira Loja Maçônica foi estabelecida. Noventa por cento dos membros desta primeira loja, catorze ao todo, eram judeus. E sabe-se que apenas os chamados "proeminente" indivíduos eram aceites. Vinte anos depois, a segunda Loja Maçônica, "Rei David", foi estabelecida. É um fato que todos os membros eram judeus.

Entretanto, a influência judaica em Newport tinha atingido tais proporções que o presidente George Washington decidiu pagar-lhes uma visita. Após o seu aparecimento, os membros das Lojas Maçônicas enviaram-lhe um emissário, um judeu chamado Moisés Seixas (4) para a abordagem do presidente com uma petição, na qual os judeus de Newport, declararam: "Se você permitir que os filhos de Abraão se aproximem de você com um pedido, para lhe dizer o quanto honramos, e sintimo-nos em uma aliança ...... e, em seguida: "Até o momento os direitos valioso de um cidadão livre teem sido retidos. No entanto, agora vemos um novo governo que é baseado na majestade do povo, um governo, que não sanciona qualquer tipo de preconceito, nem a perseguição dos judeus,e sim, concede a liberdade de pensamento a todos, independentemente da nação ou língua, como uma parte da máquina desse imenso governo. "

É necessário, neste ponto considerar as revelações a respeito de quem, na realidade, obteve esta liberdade lendária na América, a fundação da União Europeia. Com toda a certeza, a província se tornou independente e separada da jurisdição Inglêsa. No entanto, podemos perceber que a petição (5) que Moisés Seixas apresentou ao Presidente Washington em nome dos judeus de Newport, não era, na realidade, esse tipo de liberdade que eles tinham em mente. Eles estavam apenas preocupados consigo próprios, e com os seus "próprios direitos civis", que haviam sido retidos. Portanto, após a Guerra Revolucionária, aos judeus foram concedidos direitos iguais, e libertos de todas as restrições! E os negros? A Guerra Revolucionária e no entanto, eles permaneceram escravos! No ano de 1750, um sexto da população, em Nova York eram negros e proporcionalmente no sul do País, eles superaram os outros, mas a proclamação da liberdade não atingiu-os.

Vamos examinar de perto este trabalho manual dos judeus que lhes deu poder e influência, para que possamos compreender o comércio de escravos, pois tem havido tantos escritos desde aquela época pelos zelosos escritores judeus, que a verdade, há muito tempo oculta debaixo do tapete, pode parecer natural, pois o elemento tempo tem tendência a tornar as coisas nebulosas.

Vamos acompanhar a viagem de um navio, de propriedade de um negociante de escravos, Aaron Lopez, que havia feito muitas viagens para o litoral Africano.

Por exemplo, no mês de maio de 1752, o navio "Abigail" estava equipado com cerca de 9.000 litros de rum, uma grande quantidade de ferro e apoios de mão, pistolas, sabres, e um monte de enfeites de lata sem valor, e sob o comando do capitão judeu Freedman, partiu para a África. Havia apenas dois capitaos e seis velejadores que compunham a tripulação. Três meses e meio depois, eles desembarcaram na costa Africana. Nesse interim, havia sido construída uma agência Africana, pelos traficantes de escravos judeus, que tinham encurralado e preparado-os para a venda. Esta organização atingiu profundamente a África, tinha muitas ramificações, incluindo os chefes de grupos, aldeias, etc O método para conquistar os líderes africanos para o tráfico de escravos, foi semelhante ao que os judeus tinham utilizado com os índios.

No início, eles apresentaram rum, e logo se viram em um delírio alcoólico. Quando o ouro, marfim e fornecimento estava no fim, eles eram induzidos a vender seus próprios descendentes. No início suas esposas e, em seguida seus jovens. Então eles começaram a guerrear entre si, planos traçados e desenvolvidos pelos próprios judeus, e se eles fossem levados prisioneiros, eles eram trocados por cachaça, munições e armas para os judeus ', utilizando-os em novas campanhas para captar mais negros. Os negros capturados eram ligados dois a dois e levados através das florestas medievais até à costa. Estes passeios dolorosa necessitavam semanas, e alguns deles com freqüência ficavam doentes e abatidos pelo cansaço, e muitos incapazes de se erguerem mesmo quando o chicote de touro era aplicado como um incentivador. Alguns eram deixados para morrer e eram devorados pelas feras. Não era incomum ver os ossos dos mortos, sob o sol tropical, uma lembrança triste e dolorosa para aqueles que mais tarde viriam a trilhar este caminho.

Foi calculado que, para cada negro que resistia aos rigores deste errantes, que ainda tinha que suportar a longa viagem através do oceano, antes de chegarem ao solo americano, nove em cada dez morria! E quando se considera que houve um êxodo anual de UM MILHÃO escravos negros, então, e só então, pode-se avaliar o extenso êxodo do povo Africano. A África atual é escassamente povoada, não só devido à 1.000.000 literalmente arrastado para fora de suas tendas, mas devido à 5-9000000 que nunca chegaram ao seu destino. Assim que eles chegavam à costa, aos negros eram aplicadas restrições para mantê-los encaixados até o transporte. Os agentes, muitos deles judeus, que representavam o chefe, começavam então a lidar com o Capitão. Cada Negro era apresentado pessoalmente a ele. Mas os capitães tinham aprendido a ficar desconfiado. O negro tinha que mover os dedos, braços, pernas e o corpo inteiro para garantir que não houve fraturas. Mesmo os dentes eram examinados. Se um dente faltava, ele abaixava o preço. A maioria dos agentes judeus sabiam como tratar os negros doentes com produtos químicos, a fim de vendê-los como sadios. Cada Negro foi avaliado em cerca de 100 litros de rum, 100 quilos de pólvora, ou em dinheiro entre 18 e 20 dólares. As anotações de um capitão nos informa que, em 05 de setembro de 1763, um Negro dava até 200 litros de rum, devido à licitação entre os agentes, elevando o preço.

Mulheres com menos de 25 anos, grávidas ou não, resultava na mesma medida, caso estivessem em boa forma e saude. Qualquer uma acima de 25 anos o valor declinava em 25%.

E aqui importa salientar que os negros, comprados livre na Costa Africana no valor entre 20 a 40 dólares, eram posteriormente revendidos pelos traficantes de escravos mesmo nos Estados Unidos por dois mil dólares.

Isto dá uma idéia como os judeus conseguiram adquirir tanta fortuna. Após a negociação, Capitão Freedman pagava a conta, fosse em mercadoria ou dinheiro. Ele lembrou também alguns conselhos que seus patrões judeus deram-lhe quando ele deixou Newport para a África ". Ponha o quanto possivél de água para o ruml" Desta forma, os chefes negros foram enganados duas vezes pelos judeus de Newport!

O passo seguinte foi raspar o cabelo da cabeça dos escravos adquiridos. Em seguida, eles foram amarrados e marcados com um ferro quente nas costas ou no quadril, identificando-os como suas propriedades. Agora, o escravo negro era de fato a propriedade do comprador judeu. Se ele fugisse, ele poderia ser identificado. Após este procedimento, havia um ritual de despedida. Houve casos em que famílias inteiras foram levadas para fora do interior, até à costa e, em seguida separados -o pai-com o seu comprador ia num navio, os filhos e filhas em outro. Estes rituais de "despedida" eram geralmente embalados com emoção, lágrimas, drama e tristeza. Nao havia motivo para alegrias.

No dia seguinte começava o transporte do solo para o mar. administrado por 4-6, tendo os negros ao mesmo tempo em botes ao navio. É claro que os traficantes de escravos estavam cientes de como o negro amava sua pátria acima de tudo, e só poderia ser induzido por grande força para deixá-lo. Assim, alguns dos negros pulava na água. Mas aqui os superintendentes eram preparadas como cães afiada para recuperarem os homens em fuga. Outros negros preferiram afogar-se. Vemos aqui mais uma oportunidade para pular ao mar e alcançar a terra e a liberdade. Mas os traficantes de escravos eram impiedosos e cruéis, pois eles apenas almejavam obter a sua "carga negra" para a América sem o mínimo de perda. Portanto, um fugitivo quando recapturado, tinha as duas pernas cortadas diante dos olhos dos negros remanescentes de modo a restaurar a "ordem".

A bordo do navio os negros eram separados em três grupos. Os homens eram colocados em uma parte do navio. As mulheres em outro, dum modo pelo qual o Capitão pudesse dispor das mais jovens, principalmente mulheres negras aprazivéis lhe eram acessíveis.

As crianças ficavam no convés, que era coberto com um pano devido ao mau tempo. Dessa forma o navio negreiro prosseguiu em sua viagem à América. Em geral, os navios eram muito pequenos, e nem todos eram adequados para o transporte de pessoas. Eles estavam mal equipados para o transporte de animais, ao qual os negros foram comparados. Em um espaço menos de um metro de altura (39 centímetros), essas criaturas infelizes eram colocados em posição horizontal, pressionados juntas e acorrentadas. Nesta posição, eles tinham que permanecer por três meses, até o final da viagem. Raramente havia um capitão que simpatizava com eles ou evidenciava quaisquer tipo de sentimentos por essas criaturas deploráveis. Ocasionalmente, eles eram levados em grupos para a plataforma de ar fresco, acorrentados a ferro.

sofrimento terrivél muito. Nao era raro , um deles tornar-se insano, e matar o outro. Eles também tinham as unhas cortadas rentes para que eles não rasgassem a carne um do outro. As batalhas mais horríveis acontecia entre os homens, para adquirir um ou dois centímetro para uma posição mais confortável. Era então quando o feitor de escravos entrava em cena com o seu chicote. O inimaginável, excremento humano horrível que esses escravos tinham que suportar nessas viagens é impossível de descrever.

Nos aposentos das mulheres as mesmas condições prevaleciam. Mulheres dando à luz a crianças deitadas pressionados juntos. As mulheres negras mais jovens eram constantemente violadas pelo capitão e pela tripulação resultando, assim, um novo tipo de mulato como eles vieram para a América.

Na Virgínia, ou em qualquer das cidades portuárias do sul, os escravos eram transferidos para o solo e imediatamente vendidos. Um leilão regular se estabelecia, seguindo o mesmo método de compra na África. O maior lance obtido a "Mercadoria". Em muitos casos, devido à sujeira indescritível, alguns dos negros ficavam doentes durante a viagem marítima da África para a América. Tornando-os inválidos. Em tais casos o capitão aceitava qualquer preço. Era raro conseguir se desfazer deles pois ninguém queria comprar um negro doente. Portanto, não é de estranhar que os judeus, compraram o negro doente por uma pequena quantia, em seguida, tratavam-o, e venderam-no por uma grande quantia. Na ocasião, o capitão ficaria com alguns negros para os quais ele não encontrou um comprador. Nesse caso, ele voltou a Newport e os vendiam aos judeus para servicos doméstico. Em outros casos, o judeu proprietário dos navios se apoderava deles. É por isso que na cidade de Newport e em seus arredores haviam 4.697 escravos negros no ano de 1756.

A escravidão não se estendeu para o Norte. Além disso, em muitas das colônias norte-americana, a escravidão era proibida. Geórgia entrou em discussão, de igual modo também Filadélfia. E mais uma vez foram os judeus que conseguiram uma brecha, que tinha dado a eles a liberdade após a guerra revolucionária, assim, eles planejaram tornar o comércio de escravos uma ato legal.

Após a leitura dos nomes daquelas pessoas que viviam na Filadélfia, que requisitavam a eliminação das leis existentes fica tudo muito claro, como nao podia deixar de ser, eram todos judeus!!. Foram eles: os judeus Sandiford, Lay, Woolman, Salomão e Benezet ,! Mas vamos voltar para o navio negreiro "Abigail". Seu capitão, e estamos lendo de seus livros - um negócio rentável. Vendeu todos os seus negros na Virgínia, investiu parte do dinheiro em tabaco, arroz, açúcar e algodão, e retornou a Newport, onde ele depositou suas mercadorias.

Aprendemos com os livros do Capitão Freedman que "Abigail" era um navio pequeno e poderia acomodar apenas 56 pessoas. Ele conseguiu entretanto manejar de uma única viagem a soma de 6.621 dólares, que por sua vez ele entregou para o proprietário do navio: Aaron Lopez.

As quantidades enorme de dinheiro adquiridos pelos comerciantes judeus durante a escravidão é melhor ilustrado quando enfatizamos os muitos anos que essa compra e venda de “carne human”a era praticada. Antes de 1661, todas as colônias tinham leis proibindo a escravidão. Foi nesse ano que os judeus se tornaram poderosos o suficiente para deliberar a revogação destas leis e a escravidão começou a sério.

Os judeus descobriram que os colonos necessitavam de recursos humanos adicionais para ajudá-los a cultivar suas terras para o plantio, para auxilia-los na construção de habitações, e em geral para ajudar a colher suas lavouras. Isso aconteceu particularmente nos estados do Sul o qual nos referimos anteriormente. Os sulistas tinham vastas áreas de solo rico adequados para o arroz, algodão, tabaco e cana de açúcar. No início, eles recrutaram os europeus empobrecidos. As portas das prisão inglesas se abriram e, finalmente, os prisioneiros de guerra da Inglaterra e Holanda foram trazidos para as colônias, e eram obrigados a trabalhar até que tivessem pago o custo do transporte do navio-los e só então eles eram libertos.

Um judeu não necessita de muito tempo para descobrir o que seus irmãos estão fazendo, assim, um grupo de judeus se estabeleceu em Charleston, Carolina do Sul, onde montaram destilarias para fabricação de rum e uísque. Eles também aprenderam que poderiam negociar marfim com os nativos da costa ocidental da África, e vários navios foram comprados e enviados para a África, o comércio de costume de vidro e outros ornamentos baratos eram trocados por marfim, o que, no entanto, consumia pouco espaço a bordo do navio. Ocorreu a estes comerciantes judeus que eles poderiam fornecer as plantações no Sul, com "Marfim negro ', necessários debaixo das condições pantanosas e maláriosas a qual os trabalhadores europeu não podiam suportar sem ficarem doentes, e que não só encheria os porões de seus navios, mas traria enormes lucros. (Esse mesmo grupo já havia tentado vender índios como escravos, mas eles se achavam os indios totalmente insatisfátorios, pois os índios não tolerava esse tipo de trabalho.) dessa forma, outro segmento do comércio de escravos tornou-se a activo e rentáveis para Charleston, South Carolina. Vários carregamentos de escravos negros foram enviados pela Companhia Holandesa das Índias Ocidentais para Manhattan.

Durante este tempo, houve uma série de senhores de engenho estabelecido nas Índias Ocidentais e dois judeus, Eyrger e SayUer, com fortes ligações a Rothschild na Espanha, formaram uma agência chamada asiento, que posteriormente comecou a operar na Holanda e Inglaterra. Foi através dessas conexões que os judeus na Holanda e Inglaterra exerceram grande influência e ambas conexões colaboraram em ajudar os judeus a fornecer escravos negros para os colonos.

Com a captura e transporte anual de um milhão de escravos negros, não é difícil imaginar que entre 1661-1774 (113 anos), aproximadamente 110.000 mil escravos haviam sido removidos de sua terra natal. Cerca de dez por cento ou onze milhões, de escravos negros conseguia atingir as colônias vivo.

Nós falamos sobre o pequeno navio "Abigail", que poderia acomodar apenas 56 pessoas e mesmo assim os lucros por viagem eram enormes, com pouco ou nenhum investimento. Havia muitos outros navios, mas vamos nos concentrar apenas em alguns, como o "La Fortuna", "Ana", "Sally" ou "Local", que obtiveram lucros enormes. O "La Fortuna", a propósito, transportava cerca de 217 escravos em cada viagem. O proprietário não lucrava menos que US $ 41,438.00 por cada uma dessas viagem . Estes eram os dólares que traficantes de escravos "podiam reter". E estes eram os valiosos dólares com o qual se podia comprar uma grande quantidade ao retorno.


Quando se considera que os judeus de Newport possuiam cerca de 300 navios ativos transportando escravos, sem interrupção, fazendo o percursso Newport-África, Charleston (ou Virginia), pode-se imaginar os altos ganhos com os quais abriram caminho para os proprietários judeus de navios. Na verdade, os judeus admitem, que dos 600 navios, que partiam do porto de Newport para todo o mundo, "pelo menos metade deles" navegava para a África, e nós sabemos o que estes navios iam buscar na África .

É facto estabelecido que Aaron Lopez tinha o controle de mais da metade dos negócios combinados nas Colônias de Rhode Island, com a Newport. O conhecido rabino Morris A. Gutstein, em seu livro, A História dos Judeus em Newport, tenta remover esses fatos, sustentando que não há qualquer evidência de que havia um relacionamento entre os judeus e o comércio de escravos. É portanto imperativo provar que os judeus estavam de fato ligado ao tráfico de escravos. Sobretudo porque este rabino insiste que eles tinham feito grandes contribuições, e como a residencia “estadia” deles tornou-se muito "abençoado" para a cidade de Newport. Certamente Morris A. Gutstein vai nos conceder permissão para apresentar os factos que ele foi incapaz de encontrar.

Ao revirar um relatório da Câmara de Comércio da Colônia de Rhode Island "no ano de 1764, encontramos, por exemplo, que no ano de 1723" alguns comerciantes em Newport "conceberam a idéia de enviar seu rum de Newport para o litoral da África. Isto se desenvolveu dentro de uma tão grande exportação que, em ao cabo de alguns anos "vários mil (barris)" de rum se foram. Para qual proposito esse rum serviu?

O Instituto Carnegie em Washington, DC, apresentou e tornou público documentos autênticos, intitulado "documentos ilustrativos da História do Comércio de Escravos na América". Nós gostaríamos de apresentar alguns fatos dessa coleção particular de documentos originais e analisá-los mais de perto, para provar a todos que o até então rabino Morris A. Gutstein estava totalmente errado. Nesta coleção do primeiro instituto americano de aprendizagem, avaliamos o capital "Rhode Island", que contribuiu com a parte principal da documentação pública sobre o comércio de escravos. Aqui encontramos documentados os numerosos destinatários das cartas de navegação, também cartas aos traficantes de escravos, e correspondência com o capitão do navio, que eram cerca de 15% judeus, que viviam em Newport. Entre estes, encontramos, por exemplo, o judeu Isaac Eliazar. Ele escreveu uma carta para o Capitão Christopher Champlin em 06 de fevereiro de 1763, dizendo que ele gostaria de ser um agente para uma carga de escravos. Depois segue-se o judeu Abraham Pereira Mendes, e um dos principais traficantes de escravos, Jacob Rod Rivera-o sogro de Aaron Lopez. E depois o proprio Aaron Lopez, e muitos, muitos outros judeus. Embora tenhamos feito varias vezes menção a Aaron Lopez, a diversidade deste tratado todo documentado nos limita a poucas linhas não vamos por falta de espaco descrever todos os escritores em descritos nestas cartas de correspondência com relação a negociação da escravidão, seus nomes e as datas especiais, ao contrário, queremos estudar a documentação do "Instituto Carnegie 'em si, mantendo Aaron Lopez em mente. Queremos aprender principalmente o que esses judeus estava procurando e qual era o negocio deles. Isto devido ao fato de que o rabino Morris A. Gutstein apresenta-os como um "sublime cidadãos finos de Newport", tão generosos e até mesmo "contribuintes para o bem-estar."



Em um grande número de publicações originais escritos indiscriminatórios do Instituto Carnegie, descobrimos que Aaron Lopez transacionava um comércio enorme de rum com o litoral Africano, em troca de escravos. Estes fatos irrefutáveis são as seguintes:

* 22 de junho de 1764, uma carta do capitão William Stead a Aaron Lopez.
* 22 de julho de 1765, uma carta de Aaron Lopez ao capitão Nathaniel Briggs.
* 22 de julho de 1765, uma carta ao capitão Abraham All.
* 04 de fevereiro de 1766, uma carta ao capitão William Stead por Aaron Lopez.
* 07 de março de 1766, uma carta do capitão William Stead a Aaron Lopez.
* 20 de fevereiro de 1766, uma carta por Aaron Lopez ao capitão William Stead.
* 08 de outubro de 1766, uma carta do capitão William Stead de Aaron Lopez.
* 09 de fevereiro de 1767, uma carta do capitão William Stead a Aaron Lopez.

Afora isso, há afirmações semelhantes da letra de Aaron Lopez no original, que dirigiu a Henry Capitães Cruger, David Mill, Henry White, Dolbeare Thomas e William Moore. Na verdade, uma carta do capitão William Moore a Aaron Lopez & Company, é particularmente reveladora, e uma menção especial neste momento. Gostaríamos de fazer comentários sobre o conteúdo principal desta carta, na qual o Capitão Moore escreve: "Gostaria de informá-lo que seu navio" Ana "atracado noite de anteontem com 112 escravos, composto de 35 homens, 16 jovens de grande porte, 21 meninos pequenos , 29 mulheres, duas meninas crescidas, 9 meninas pequenas, e eu garanto-vos que esta é uma carga de rum (rum, em troca de escravos) que eu ainda não encontrei, entre todo o grupo, pode ser que haja cinco a qual poderia ser considerado exceção ".

A data da carta acima foi 27 de novembro de 1773. Nós ainda não concluímos, devido à falta de espaço, mas os trechos e compilações estão gratuitamente a disponibilidade através do " Instituto Carnegie."

Em 29 de novembro de 1767, o judeu Abraham Pereira Mendes, que havia sido enganado por um de sua espécie, de Charleston, onde ele havia viajado para controlar melhor sua carga negra, escreveu a Aaron Lopez em Newport:

"Esses negros, que o capitão Abraham entregou a mim, estão todos em condições tão precárias, devido ao transporte deficiente, que eu fui obrigado a vender oito meninos e meninas por meros 27 (libras), outros 2 por 45 (libras) e duas mulheres cada uma a 35 (libras). " (Sem dúvida, o dinheiro em Inglês)

Abraão Pereira Mendez estava muito irritado e acusou Aaron Lopez, de "traição". Esta carta nos mostra que estes generosos cidadãos de Newport eram insaciáveis em sua cobiça por dinheiro. Isso é o que causou o rabino Morris A. Gutstein apresentar este fidalgo, Aaron Lopez, a prosseguir os seus métodos questionáveis. Negros que lhe foram apresentadas, não representam mais que uma simples mercadoria.

Em todas as cartas que o "Instituto Carnegie", publicou, salienta a falta de simpatia humana para com os pobres escravos negros. Esta falta de sentimento e compaixão para com os negros vítimas de abuso lamentável nas mãos dos seus concessionários judeus, pode ser lido no diário de um capitão que tripulada um navio de propriedade de Aaron Lopez. A preocupação com entradas a partir de uma viagem da Costa Africana até Charleston. Além disso, são documentos autênticos, publicado pelo "Instituto Carnegie ", em Washington, DC, chamando a atenção para uma organização que até então se tinha pouco conhecimento ou talvez nenhum, nem nunca foram publicidade em livros ou jornais. Portanto, não é de admirar que os fatos da participação dos judeus norte-americanos no comércio de escravos poder ser apontado como um monopólio, e desconhecida para a maioria dos americanos não-judeus, incluindo as grandes massas de pessoas em todo o mundo . Outros, entretanto, conhecedores dos factos, tinham boas razões para permanecer com o bico fechado.

O capitão de outro navio, o "Otelo", entre outras coisas, anotou o seguinte em seu diário:

* 06 de fevereiro: Um homem se afogou no processo de carregamento.
* 18 março: Duas mulheres se lançaram ao mar porque ainda não tinha sido amarradas.
* 06 de abril: Um homem morto com gripe. (Sem dúvida uma doença.)
* 13 de abril: Uma mulher morta com gripe.
* 7 de maio: Um homem morto com gripe.
* 16 jun: Um homem morto por Kap Henry.
* 21 de junho: Um homem morto por James Fluss.
* 05 de julho: Uma mulher morta com febre.
* 6 de Julho: Uma menina, doente por dois meses, morreu.

Este navio estava a caminho por cinco meses. Que sofrimento terrível e indescritível, a sorte desses milhões de negros, que foram arrancados com a força brutal de suas cabanas na Africa, preso em conjunto, como animais ao convés, e depois vendidos, com menos preocupação do que se vende uma cabeça de gado. Não é de se admirar que, em dez deles morreram, sendo comprado por apenas alguns dólares, e depois vendidos pela soma de $ 2.000,00.

Alguns negros conseguiam, através de insurreição, ganhar controle de um ou outro navio e retornavam, em direção a sua casa Africana. A tripulação de um navio negreiro, "Três Amigos", por exemplo, torturou a sua “carga negra” de modo que os negros retribuíram em uma rebelião sangrenta. Eles mataram o capitão e toda a equipe e jogaram os mortos ao mar. Eles, então, partiram de volta à África, onde mal havia escapado de sua liberdade duramente conquistada.

Um destino semelhante atingiu o navio negreiro "Amistad". Entre os escravos estava o filho de um chefe de uma tribo. Uma vez que o navio estava a caminho, ele planejou com os seus compatriotas atacar a tripulação do navio. Após uma batalha sangrenta, eles conseguiram capturar o capitão. O príncipe Negro obrigou-o a voltar para a África, então, à noite, coberto da escuridão, ele mudou seu curso, ziguezagueou por meses até chegar perto da costa americana, e se deparou com um navio do governo. Isso aconteceu em 1839 , quando o comércio de escravos já era proibido e ilegal.

Os negros escravos foram libertos, e o capitão punido. Essas viagens marítimas não navegavam sem perigo quando tinham “carga negra”, o que explica o fato de que a maioria dos judeus sempre envolvia capitães não-judeus nessas viagens.

Os traficantes judeus de escravos preferiram permanecer em seus escritórios e contar os altos ganhos após cada jornada, como Aaron Lopez, que deixou a seus herdeiros uma das maiores fortunas na era da Nova Inglaterra.

Ao analisar os fatos contidas neste documento, é importante sempre lembrarmos que era sempre sorte quando um capitão não perdia mais de 9 dos 19 escravos na viagem de volta.

É igualmente importante lembrar que essas pobres criaturas tinham que deitar sob excrementos humanos por toda a viagem. Pense nisso! Não é de se admirar que doenças e enfermidades havia em grandes proporções. Lembre-se dos números: cerca de 110.000 mil pessoas negras foram capturados e removidos de sua terra natal na África. Apenas onze milhões destes escravos atingiu as colônias vivo.

E os judeus ainda falam sobre os alemães e Hitler e como seis milhões de judeus foram exterminados durante a Segunda Guerra Mundial. enquanto a história dos escravos negros pobres está documentado. As provas estao ainda disponível para todos os que desejam comprovar.

O "Carnegie Institute of Technology" está localizado em Pittsburgh, Pensilvânia.

Como este documento é distribuído, eventualmente alcançando as mãos dos judeus, as provas provavelmente serão em breve retiradas e destruídas, até que finalmente haja uma queima de arquivo total, facto é que os judeus estão envolvidos nessa prática há séculos.
A verdade, portanto – que contém factos não pode ser mantida em segredo ou oculta para todo o sempre – a cada dia mais e mais verdade estão sendo descoberta

O documento apresentado abaixo foi obtido através do Instituto Carnegie

O seguinte é parte do navios negreiros de propriedade dos judeus:

Abigail – Aaron Lopez

Moses Levy and Jacob Franks.

Crown' por Isaac Levy e Nathan Simpson.

'Nassau' por Moses Levy.

'Four Sisters' por Moses Levy.

'Anne & Eliza' por Justus Bosch e John Abrams.

'Prudent Betty' por Henry Cruger e Jacob Phoenix.

'Hester' por Mordecai e David Gomez

'Elizabeth' por David e Mordecai Gomez.

'Antigua' por Nathan Marston e Abram Lyell.

'Betsy' por Wm. DeWoolf.

'PoUy' por James DeWoolf.

'White Horse' por Jan de Sweevts.

'Expedition' por John e Jacob Rosevelt.

'Charlotte' por Moses e Sam Levy e Jacob Franks.
Caracoa' por Moses e Sam Levy